
Nos últimos meses os escoceses acompanharam o crescimento da campanha “Time for Inclusive Education” [Tempo de Educação Inclusiva] que visava pautar as mudanças no currículo.
Com a aprovação na íntegra das demandas dos grupos de defesa dos “direitos LGBTI”, as escolas públicas serão obrigadas a ensinar os alunos desde as primeiras séries sobre temas como “história das igualdades e dos movimentos LGBTI”, além de promover ações de “combate à homofobia e à transfobia”, explicando desde cedo questões relacionadas à ‘identidade de gênero’.
Jordan Daly, cofundador da campanha pela inclusão dessas pautas no currículo escola diz que: “Esta é uma vitória monumental para a nossa campanha e um momento histórico para o nosso país”. Para o ativista, “isso envia uma mensagem forte e clara aos jovens LGBTI de que eles são valorizados aqui.”
Um dos principais argumentos para expor as crianças a esses temas foi um estudo que mostrava como havia “pouca compreensão no ambiente escolar sobre o preconceito contra pessoas com variações de orientação sexual e de gênero e corpos intersexuais”.
O vice-primeiro ministro, John Swinney, fez um pronunciamento onde afirmou: “Tenho o prazer de anunciar que seremos o primeiro país do mundo a ter uma educação inclusiva para LGBTI inserida no currículo. Nosso sistema de educação deve apoiar todos para que alcancem seu pleno potencial”.
Desde 2016 a movimentação política para a aprovação dessa conhecida agenda ideológica vinha crescendo na Escócia, que já foi descrito como tendo “o Parlamento mais gay do mundo”. Diversos deputados e líderes partidários se identificam abertamente como lésbica, gay ou bissexual. Com informações The Guardian
Via Jarbas Aragão - Gospel Prime
* Postado por Ricardo Silva


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